Colinha técnica · uso pessoal · não mostrar na tela durante a reunião
ColinhaReunião Transpetro · você é a voz técnica da Vyva

Para estudar antes · consultar durante

Mostrar a engenharia sem entregar o método.

O diretor conduz a apresentação. Você entra quando a conversa desce para como a Vyva funciona por dentro. Toque numa pergunta para ver a resposta — estude tentando responder antes de abrir.

1

Seu papel e a regra de ouro

A diferença entre o que você mostra e o que você guarda não é esconder dificuldade. É separar duas camadas que têm donos diferentes.

Você fala do o quê e do que é garantido. Você não fala do por quê foi desenhado assim.

A camada de fora — tecnologias usadas, disciplinas impostas, o que o sistema recusa fazer, o que ele garante — é a que prova inteligência. Essa é toda sua.

A camada de dentro — as decisões de arquitetura, os documentos de contrato interno, o porquê de cada peça ser daquele jeito — é o ativo da YouX. Essa não sai da casa.

Na prática: você pode dizer que a conferência do protótipo é feita lendo a estrutura do código, e não procurando texto; pode dizer quais sete coisas ela confere; pode dizer que critério sem teste jamais fica verde. Você não entrega os documentos que definem esses contratos nem a sequência interna dos comandos.

Pode falar à vontade

  • As tecnologias — são bibliotecas públicas, qualquer um pode olhar.
  • As sete checagens do portão, pelo que cada uma impede.
  • Os cinco vereditos possíveis de um critério de aceite.
  • Onde há determinismo e onde não há.
  • As regras de reconciliação entre versões.
  • O que a ferramenta se recusa a fazer sem confirmação.
  • Os limites honestos deste caso do TABG.

Não abre

  • Os documentos internos de especificação do método.
  • O registro de decisões de arquitetura e o porquê de cada uma.
  • Como os pacotes internos são fatiados entre si.
  • A sequência interna de cada comando.
  • Qualquer coisa que permita alguém reconstruir a ferramenta.
Segunda regra. A reunião não é sobre a Vyva. É sobre reduzir prazo e risco na contratação de desenvolvimento. A sua parte técnica existe para sustentar uma única afirmação: o que sai daqui serve como prova, não como opinião. Toda explicação sua deveria terminar voltando para isso.
2

Por dentro — tecnologias e lógica

Esta é a sua seção principal. Estude até conseguir dizer qualquer linha abaixo sem ler.

A ideia central, em uma frase

A inteligência artificial faz julgamento. Código comum faz o que não pode variar. A pessoa aprova antes de qualquer gravação.

Julgamento é ler um manual de centenas de páginas, entender o que importa, agrupar o que é a mesma coisa dita de dois jeitos e redigir a regra. Isso é a IA.

O que não pode variar é o número do requisito, o vínculo com a página de origem, a conta de cobertura, o veredito do teste. Isso é código comum, que dá o mesmo resultado sempre.

De que isso é feito

CamadaTecnologiaPor que importa na reunião
ExecuçãoNode.js 18 ou superior, JavaScript em módulos ESSem etapa de compilação e sem servidor. Roda na máquina de quem conduz, não numa nuvem nossa.
OrganizaçãoMonorepo com 18 pacotes independentesCada etapa do processo é um pacote testável isoladamente. Não é um script gigante.
InterfaceComandos dentro do editor (Cursor)O PO conversa em português; não há painel proprietário para aprender.
Leitura de fontespdfjs-dist para PDF, mammoth para .docx, word-extractor para .doc, tesseract.js para OCRTudo JavaScript puro ou WebAssembly. Nunca exige instalar programa nativo e nunca depende do sistema operacional da máquina.
Análise do protótipoespree — analisador de árvore sintáticaO portão lê a estrutura do código, não procura texto. Não dá para enganar renomeando variável ou escondendo numa linha comentada.
Contratos de saídaajv validando JSON Schema versionadoO relatório de vereditos tem formato contratado e versão fixada. Quem consome não quebra em silêncio.
Dados do protótipoSQLite em WebAssembly (sql.js)Quando o projeto é relacional, o protótipo usa banco relacional de verdade — então o modelo de dados que sai é um DDL, não um despejo de chave-valor.
Integração contínuaGitLab CIAs checagens rodam na esteira, não só na mão de quem conduz.

Se ele perguntar “que stack o protótipo usa?”: não há stack fixa. A arquitetura do projeto define a stack, e o gerador pergunta ou deriva. O que é invariante é o contrato de legibilidade, não o framework.

A lógica: transformadores sobre contratos de arquivo

Quatro passagens, cada uma com formato contratado

fontes (PDF, .docx, planilha, imagem) ↓ evidências numeradas, com origem, modalidade e peso catálogo de requisitos (RN · RF · RNF · CA) + registro de decisões ↓ fatias de funcionalidade protótipo navegável (estado · ações · dados · tela · metadados) ↓ elevação mecânica pacote de especificação (API · modelo de dados · casos de uso · rastreabilidade · honestidade)

Cada seta é um transformador independente. Por isso dá para reprocessar só uma funcionalidade quando a fonte muda, em vez de regerar o mundo. E por isso cada etapa é testável sozinha.

A cadeia de rastreabilidade, que é o produto de verdade

De qualquer linha da especificação até o trecho do manual

evidência E-0001 ─justifica→ RF12 / CA07 ─implementado por→ ação registrarPedido @req RF12 ─verificado por→ teste de CA07 ⇒ veredito ─elevado para→ POST /pedidos (+ honestidade: RNF03 simulado)

É esta cadeia que você oferece como prova. “Me aponte qualquer linha da especificação e eu ando para trás até a página do manual que a exigiu, e para a frente até o teste que a prova.” Ofereça isso ao vivo.

O portão de legibilidade — as sete checagens

Rodam sobre cada fatia de funcionalidade do protótipo. Reprovou em uma, o protótipo não pode ser usado como fonte da documentação. Antes delas há duas pré-checagens: o arquivo tem que abrir sem erro de sintaxe, e os arquivos obrigatórios da fatia têm que existir.

1

Estado contido

Estado só existe num lugar. Nenhuma tela guarda dado escondido por conta própria.

2

Forma da ação

Toda ação é nomeada, assíncrona e declara no cabeçalho qual requisito atende e o que é simulado.

3

Fronteira de dados

Todo acesso a dado passa por uma única porta. Trocar o banco depois toca um arquivo, não o sistema.

4

Nada de lógica no compartilhado

A pasta comum só tem driver e peça de interface. Regra de negócio não se esconde ali.

5

Controlador nomeado

A tela só chama função com nome. Nada de lógica embutida dentro de um botão.

6

Cobertura de requisito

Nenhuma ação órfã, sem requisito. E nenhum requisito sem ação que o atenda. Nos dois sentidos.

7

Isolamento da fatia

Uma funcionalidade não enxerga a outra. Cada uma se lê como sua própria especificação.

Como usar isso na conversa. Não recite as sete. Diga que são sete, e dê duas: a de cobertura nos dois sentidos — que é a que impede requisito esquecido e tela sem justificativa — e a de fronteira de dados. Se ele quiser as outras cinco, aí sim abra. Oferecer menos e ter mais na manga é mais forte que despejar a lista.

Os cinco vereditos de um critério de aceite

Esta lista é o seu argumento mais forte com alguém técnico. Decore os cinco.

aprovadoTem teste vinculado e o teste passou. É o único estado verde.
reprovadoTem teste vinculado e o teste falhou.
não verificadoNão existe teste vinculado. Nunca pode virar verde — isso é impedido pelo próprio formato do relatório, não por disciplina de quem usa.
bloqueadoO teste existe mas não conseguiu rodar — faltou massa de dados ou dependência. Não é aprovado nem reprovado.
instávelDeu resultado diferente entre execuções. A política de nova tentativa é uma só, controlada. Se oscilar, é registrado como instável em vez de repetir até dar verde.

Cada veredito ainda carrega: qual requisito aquele critério verifica, em que fatia está o teste, o caminho do teste, se houve desvio de contrato em relação à API especificada — classificado em quebra, não-quebra ou indeterminado — e o caminho para o pacote de evidências retido para auditoria. É isso que o fiscal recebe.

3

Determinismo — onde existe e onde não

Se você responder esta parte bem, ganha a reunião técnica. Se exagerar, perde tudo. A régua é: nunca diga que a IA é determinística.

Onde é determinístico

A lógica de negócio da ferramenta é escrita como função pura: recebe tudo o que precisa por parâmetro e não busca nada por fora.

  • Nenhuma função lê o relógio. Data e hora são passadas de fora, por quem chama. Está escrito assim no código: a lógica não tem relógio.
  • Os contadores que geram os números dos requisitos também são injetados, não sorteados.
  • Consequência: mesma entrada, saída idêntica byte a byte. Dá para reexecutar e comparar.

Onde não é

A redação do texto da regra vem de modelo de linguagem e pode variar entre execuções. Isso não é defeito escondido — é a parte que existe para ser revisada.

  • Por isso a aprovação do PO é obrigatória antes de gravar.
  • Por isso o que é frágil ficou fora do código: o que precisa ser estável não passa pelo modelo.
  • Por isso trocar de modelo não muda o formato do que o time de desenvolvimento recebe.
A frase pronta. “O texto da regra pode sair com outra redação se a gente rodar de novo. O número dela, o vínculo com a página de origem, a conta de cobertura e o veredito do teste, não — essa parte é função pura, recebe até a data por parâmetro e não consulta o relógio. Mesma entrada, mesma saída.”
Essa resposta é forte porque admite o lado que varia. Quem é técnico desconfia de quem diz que é tudo determinístico.

A reconciliação — como a especificação se mantém viva

É uma fusão de três vias, igual à do controle de versão, só que as “linhas” são requisitos. Esta parte costuma impressionar, porque é o furo que as ferramentas de mercado deixam aberto.

As três viasO que é
BaseO catálogo da última versão publicada.
LocalO que o PO editou à mão. Tem autoridade alta, de propósito.
RemotoO catálogo regerado a partir das fontes que evoluíram.
SituaçãoO que acontece
Só o PO mudouA edição é preservada. Fica marcada como edição manual.
Só a fonte mudouAtualiza. Fica marcado como re-fundamentado na fonte.
Os dois mudaramConflito. Não sobrescreve ninguém: vira uma pergunta numerada para o PO decidir — ficar com a edição, com a fonte, ou escrever um híbrido.
Novo na fonteEntra como adição.
O PO apagou, mas a fonte ainda sustentaConflito também. Nunca some em silêncio.
Fonte sem alteraçãoComparação por resumo criptográfico do arquivo. Se não mudou, é carregada da base e não é reprocessada — economia e estabilidade.

E a trava final: a onda de trabalho só vira versão publicada quando todas as perguntas em aberto foram respondidas. Não existe publicar com conflito pendente.

4

Segurança e contenção

Duas perguntas distintas vêm por aqui: o que acontece com os dados deles, e o que o agente pode fazer sozinho. Responda separado — misturar as duas confunde.

Os dados do cliente

  • A extração dos documentos é local. Rodar não exige enviar o manual para serviço externo.
  • Inclusive o reconhecimento de texto em imagem roda localmente, em WebAssembly, sem instalar nada no sistema.
  • Senha de demonstração nunca é guardada em texto aberto: só o resumo criptográfico SHA-256, com sal. E a demo pode ser publicada sem portão nenhum, quando faz sentido.
  • No Veroptima, as análises rodam sem reter código-fonte; os arquivos permanecem nos repositórios de origem.

A contenção do agente

  • Toda escrita precisa de confirmação explícita. Abrir uma issue, atualizar wiki, sincronizar: um a um, nunca em lote silencioso.
  • Antes de prometer que vai gravar, o sistema testa de verdade se tem permissão de escrita. Se não tem, para e avisa — em vez de trabalhar e falhar no fim.
  • Token nunca é digitado na conversa. Quando a infraestrutura da YouX e o ambiente do cliente são contas separadas, cada operação usa a credencial do seu lado.
  • Nada de reescrever histórico à força no repositório.
Se ele for da área de segurança. Responda os quatro pontos de cada cartão e pare. A próxima camada de detalhe — como exatamente a contenção é implementada — é conversa para o time técnico da YouX, e dizer isso é organização, não fraqueza.
5

O fio da apresentação

O diretor conduz. Isto é para você saber onde a conversa está e reconhecer o momento em que a sua parte entra.

Abertura

A conversa é sobre o negócio deles

Prazo e risco nas contratações de desenvolvimento, começando pelos requisitos. Não é sobre a YouX.

Quem somos

Credibilidade em sistema crítico — um minuto

Mais de 250 colaboradores, 22 estados, o SICAR com mais de 8 milhões de imóveis, nota 96/100 em concorrência do BID, credenciamento ativo em Serpro, Dataprev e Telebras.

Cenário

Os três gargalos

1. Elicitação — o analista terceirizado precisa dominar o negócio antes de começar. 2. Materialização — requisito e protótipo saem de equipes separadas e se distanciam. 3. Verificação — na homologação falta elemento objetivo para provar o que foi entregue.

Os três estão nas passagens de mão. É onde o conhecimento troca de dono que o valor se perde.
Impacto

O maior custo aparece no aceite

O fornecedor cumpriu o escrito, o PO esperava outra coisa, ninguém prova quem está certo, e o fiscal libera recurso estatal sem evidência objetiva.

A frase mais forte do deck: a lacuna não é falta de documentação, é falta de prova. Aqui o problema vira risco de conformidade.
Proposta

Duas soluções no elo entre Transpetro e fornecedoras

Vyva Spec na elicitação: protótipo navegável gerado durante o levantamento, mais histórias, regras e critérios. Veroptima no teste: verificação derivada da especificação, com evidência. Desenvolvimento fica fora do escopo.

Demo · sua vez

O caso TABG

Monitor com requisitos, regras e critérios; o protótipo navegável; e o PRD. O vídeo é um timelapse acelerado, depois de uma preparação prévia de leitura e organização do contexto.

É aqui que você entra. Link: vyva-tabg-estadia.pages.dev. O diferencial a verbalizar: sai de um manual, organiza o entendimento, gera tela navegável e documentação estruturada, tudo no mesmo fio. Daí em diante as perguntas técnicas são suas.
Gargalo 3

Veroptima: o teste nasce do requisito

Seis etapas: inventário, síntese, plano, execução, veredito, retroação. O fiscal passa a ter veredito rastreável por critério, falha com captura de tela e linha do tempo, e o caminho do requisito até o código testado.

Transparência obrigatória: está em desenvolvimento e hoje é uso interno, integrado ao GitLab.
Por que a YouX

O gargalo está nas duas pontas do contrato

Com IA, codificar virou commodity. O problema sempre esteve na comunicação: entender o que se quer no início e comprovar o que foi entregue no fim.

Serpro e Dataprev medem por Ponto de Função, como a Petrobras. Mas atenção: a experiência citada é de governança e medição — Vyva Spec e Veroptima ainda não atuam nesses contratos.
Contratação

Quem planeja não executa. Quem executa não mede.

Três contratos separados, e cada passagem entre eles gera evidência para auditoria. O contrato de desenvolvimento da Transpetro termina em meados de 2027.

Fechamento

Um piloto com indicadores definidos em conjunto

Indicadores: tempo de levantamento, ciclos de retrabalho na homologação, tempo até aceite e pagamento, e aderência da contagem de PF ao esforço real.

Menos tempo até o aceite. Mais segurança para quem assina.
6

As frases para decorar

Se você gravar só isto, sustenta a parte técnica inteira.

1
A inteligência artificial faz o julgamento. O código comum faz o que não pode variar. A pessoa decide o que entra.

O resumo de tudo. Responde metade das perguntas técnicas sozinha.

2
A lógica não tem relógio. Até a data entra por parâmetro. Mesma entrada, mesma saída.

É a prova concreta de determinismo, e é verificável. Guarde para quando ele duvidar de reprodutibilidade.

3
O portão lê a estrutura do código, não procura texto. Não dá para passar renomeando variável.

Diferencia conferência de verdade de conferência de fachada. Quem já escreveu validação por expressão regular entende o peso.

4
Critério sem teste não fica verde. E isso é impedido pelo formato do relatório, não pela boa vontade de quem usa.

A mais poderosa com gente técnica. “Impedido pelo formato” é o que separa garantia de promessa.

5
Todo requisito nasce ligado ao trecho do documento que o justifica. Requisito sem origem não entra no catálogo.

É a resposta curta para alucinação. Se ele duvidar, ofereça: escolha uma regra e eu mostro a página.

6
O que o manual não diz, a gente não preenche. Fica escrito como ponto em aberto.

Exemplo pronto: o manual não define o prazo da resposta ao pedido, então isso está registrado como pergunta para a Transpetro.

7
O protótipo não é maquete: cada ação dele declara qual requisito atende. Por isso a documentação é levantada dele, não redigida à mão.

É o que explica por que o protótipo vale como especificação.

8
Em conflito entre a edição do PO e a fonte nova, nada é sobrescrito. Vira pergunta.

Resposta para “isso não vira documento morto?”. É o furo que o mercado deixa aberto.

9
A lacuna não é falta de documentação. É falta de um elemento materializado e verificável.

A frase-chave do deck. Use para aterrissar qualquer explicação técnica de volta no negócio.

10
Se foi feito como pedido mas o PO não reconhece o resultado, é alteração. Se não foi feito como pedido, é correção.

A distinção que resolve a briga contratual mais comum. Quem é técnico de contrato de fábrica entende na hora.

7

Os números, e como dizê-los

Decore os três e decore também a ressalva — ela vai junto, sempre.

+67%
Levantamento de requisitos

15 dias → 5 dias

+90%
Cobertura e regressão de testes

1 mês → 3 dias

+50%
Lead time da OS até homologação

60 dias → 30 dias

A ressalva é obrigatória

  • São medições em projetos internos da YouX — não do caso TABG.Se ele perguntar “esse 67% é desta demo?”, a resposta é não. Aqui não houve medição.
  • Na Transpetro, os ganhos serão medidos no piloto, com linha de base definida em conjunto.O próprio deck trata como proposta a validar. Não prometa os mesmos percentuais.
  • A cobertura equivale a 5 QAs em tempo integral — e vem de solução em uso interno.Veroptima ainda não rodou em cliente. Diga antes que ele descubra.
Jeito seguro de falar. “Nos nossos projetos, o levantamento caiu de quinze para cinco dias. Não vou prometer o mesmo número aqui — a proposta é medir no piloto, com uma linha de base que a gente define junto com vocês.” Soa mais forte que o percentual sozinho.
8

Perguntas e respostas

Tente responder antes de abrir. Dentro de cada uma: o que dizer, e por que aquilo funciona.

As técnicas profundas — onde ele vai cavar

Em que isso é construído? Que linguagem, que infraestrutura?

Diga“JavaScript sobre Node 18, em módulos ES, sem etapa de compilação e sem servidor. São dezoito pacotes independentes num monorepo, cada etapa do processo testável sozinha. A interface é por comando dentro do editor, em português.”

Por quê. “Sem servidor e sem compilação” é a informação que mais tranquiliza: não há infraestrutura nossa no meio do caminho dos dados deles. Dizer o número de pacotes mostra que é engenharia, não um script.

Como vocês leem PDF e documento escaneado?

Diga“PDF, .docx, .doc e reconhecimento de texto em imagem, tudo com biblioteca em JavaScript puro ou WebAssembly. A decisão foi deliberada: nunca exigir instalar programa nativo e não depender do sistema operacional da máquina. Roda local.”

Por quê. Em empresa grande, qualquer coisa que exija instalação em máquina corporativa é uma barreira real. Essa resposta elimina a objeção antes dela aparecer.

Como vocês conferem o protótipo? É análise estática?

Diga“É. A conferência lê a árvore sintática do código, com um analisador. A regra interna é explícita: nunca procurar texto no fonte. Por isso não dá para passar renomeando variável ou escondendo num comentário.”

Por quê. Essa é a resposta que mais impressiona. Qualquer desenvolvedor já viu validação feita por busca de texto quebrar. Dizer que a regra é proibir isso mostra maturidade de engenharia.

Rodando duas vezes dá o mesmo resultado?

Diga“A estrutura sim, e por um motivo concreto: a lógica é função pura e não lê o relógio — até a data entra por parâmetro, e os contadores que numeram os requisitos também. Mesma entrada, saída idêntica. A redação do texto pode variar, e é justamente a parte que o PO revisa.”

Por quê. Veja a seção de determinismo. A força está em admitir o lado que varia. Se você dissesse que é tudo idêntico, ele saberia que não é.

Que garantia existe de que o relatório de vereditos não mente?

Diga“O relatório é validado contra um esquema versionado. E a regra está no próprio esquema: critério sem teste vinculado só pode sair como não verificado — não existe forma de representar isso como aprovado. É impedido pelo formato, não pela disciplina de quem usa.”

Por quê. A diferença entre “a gente tem cuidado” e “o formato não permite” é enorme para quem é técnico. Use exatamente essa construção.

Quais são os estados possíveis de um critério?

Diga“Cinco: aprovado, reprovado, não verificado, bloqueado e instável. Bloqueado é quando o teste não conseguiu rodar, por massa de dados ou dependência faltando. Instável é quando oscilou — e a política de nova tentativa é uma só, controlada. Não se repete até dar verde.”

Por quê. A existência de bloqueado e instável é a prova de honestidade do sistema. Quem já brigou com teste intermitente sabe que a tentação é mascarar.

E se a implementação divergir da API especificada?

Diga“Isso é registrado como desvio de contrato, classificado em quebra, não-quebra ou indeterminado. Vai junto com o veredito, por critério.”

Por quê. Mostra que a rastreabilidade não para no teste: ela compara o que foi construído com o que foi contratado. É argumento direto de aceite.

Que banco de dados o protótipo usa?

Diga“SQLite em WebAssembly quando o projeto é relacional. A decisão importa porque o modelo de dados que sai da especificação vira um DDL de verdade, não um despejo de chave-valor. E todo acesso passa por uma única porta, então trocar para o banco real depois toca um arquivo só.”

Por quê. Responde a desconfiança legítima de que protótipo gera modelo de dados de brinquedo, inútil para quem vai construir.

Que stack de front-end vocês geram?

Diga“Não há stack fixa. A arquitetura do projeto define, e o gerador pergunta ou deriva. O que é invariante é o contrato de legibilidade, não o framework.”

Por quê. Se a Transpetro já tem padrão tecnológico definido, essa é exatamente a resposta que ele quer. Não force nenhuma tecnologia.

Como funciona a reconciliação quando a fonte muda?

Diga“É uma fusão de três vias, como no controle de versão, só que as linhas são requisitos: a última versão publicada, a edição manual do PO e o catálogo regerado da fonte nova. Se só o PO mudou, preserva. Se só a fonte mudou, atualiza. Se os dois mudaram, vira pergunta — não sobrescreve ninguém. E se o PO apagou mas a fonte ainda sustenta, também vira pergunta: nada some em silêncio.”

Por quê. É a resposta mais sofisticada que você tem, e cobre o maior medo dele: documentação que descola da realidade. Mas seja honesta: neste caso do TABG essa etapa ainda não rodou — é uma primeira geração.

Reprocessa tudo a cada mudança?

Diga“Não. As fontes são comparadas por resumo criptográfico. O que não mudou é carregado da versão anterior e não é reprocessado. E dá para regerar só a funcionalidade afetada, porque cada etapa é um transformador independente.”

Por quê. Responde custo e estabilidade de uma vez. Reprocessar tudo significaria resultado diferente a cada rodada — exatamente o que ele teme.

O que impede publicar com pendência em aberto?

Diga“A onda de trabalho só vira versão publicada quando todas as perguntas em aberto foram respondidas. Conflito pendente trava a publicação.”

Por quê. É uma trava de processo, e travas são o que um gestor de contrato valoriza. Curta e definitiva.

Qual modelo de IA vocês usam?

Diga“O método não depende de um modelo específico. A parte que precisa ser estável está fora do modelo, em código. Trocar de modelo não muda o formato do que o time de desenvolvimento recebe.”

Por quê. Evita comparação de modelos, que é terreno dele e muda a cada trimestre, e reforça o ponto que interessa: a estabilidade não vem do modelo.

Isso é ChatGPT escrevendo requisito?

Diga“Não. O modelo escreve o texto da regra. O número, o vínculo com a fonte, a conta de cobertura e o veredito do teste são feitos por código comum, que dá o mesmo resultado sempre.”

Por quê. Separar o que varia do que não varia é exatamente o que ele quer ouvir. Ele já desconfia de texto gerado; o que tranquiliza é saber que a estrutura não depende do modelo.

E alucinação?

Diga“Requisito sem evidência não entra no catálogo. E a ferramenta é proibida de completar prazo, volume ou nome que o documento não traz.”

Por quê. É regra, não boa intenção. Complemente com o caso: o manual não diz o prazo da resposta ao pedido, e isso ficou como ponto em aberto em vez de virar número inventado.

E quando o documento se contradiz?

Diga“A ferramenta não resolve contradição sozinha. Registra e leva para o PO decidir. E a gente combina antes qual fonte tem prioridade se houver conflito.”

Por quê. Mostra que a decisão de negócio continua com gente. No caso do TABG, a fonte prioritária combinada foi o manual de 2022.

Qual a lógica de vocês não quebrarem quem consome a saída?

Diga“Os formatos de saída são contratos versionados. Quem consome fixa a versão principal, e mudança incompatível obriga a subir a versão. Não há quebra em silêncio.”

Por quê. É vocabulário de integração que ele reconhece. Mostra que a saída foi pensada para alimentar outro sistema, não só para ser lida por gente.

Segurança e contenção

Onde ficam os nossos documentos? Vocês mandam para algum serviço?

Diga“São lidos na máquina de quem conduz. A extração é local e não envia documento para serviço externo — inclusive o reconhecimento de texto em imagem, que roda em WebAssembly na própria máquina.”

Por quê. Preocupação real com manual operacional de terminal portuário. Resposta curta e firme, sem rodeio.

A ferramenta mexe sozinha no nosso repositório?

Diga“Não. Ela lê. Abrir issue, atualizar wiki ou sincronizar exige confirmação explícita, uma por uma. E antes de prometer gravar, ela testa de verdade se tem permissão de escrita — se não tem, para e avisa, em vez de trabalhar e falhar no fim. Também não reescreve histórico à força.”

Por quê. O medo real de quem é técnico é agente autônomo bagunçando repositório. O detalhe do teste de permissão prévio é o que torna a resposta crível.

Como vocês tratam credenciais?

Diga“Token nunca é digitado na conversa. Quando a nossa infraestrutura e o ambiente do cliente são contas separadas, cada operação usa a credencial do seu lado. E senha de demonstração nunca é guardada em texto aberto, só o resumo criptográfico com sal.”

Por quê. Se ele for de segurança, essa resposta vale ouro. Se puxar mais fundo que isso, leve para o time técnico.

Vocês precisam do nosso código-fonte? Vão retê-lo?

Diga“No Veroptima, as análises rodam sem reter código-fonte. Os arquivos permanecem nos repositórios de origem de vocês.”

Por quê. Pergunta certa de vir numa estatal. É afirmação do deck — use com segurança e pare por aí, sem detalhar como.

Sobre a ferramenta e o processo

Isso não é o Spec Kit do GitHub? Ou o Kiro?

Diga“A lógica de especificar antes do código é a mesma que o mercado adotou em 2025. A diferença é o ponto de partida: aquelas ferramentas começam na intenção escrita pelo engenheiro, dentro do repositório. A gente começa na fonte de vocês — o manual — com um PO responsável, e entrega um protótipo navegável para corrigir antes do código. E a reconciliação entre edição manual e fonte nova é um problema que elas deixam em aberto.”

Por quê. Reconhecer o cenário vale mais que fingir ineditismo. Ele vai respeitar que a YouX sabe onde está no mapa — e o fecho da reconciliação é o diferencial técnico real.

E o time de desenvolvimento? Isso chega executável?

Diga“A regra desce até tarefa, com critério de aceite junto. Por exemplo: registrar o pedido de acesso com terminal, navio e produto, sem inventar prazo nem volume, porque o manual não define. A construção vem depois da regra aprovada.”

Por quê. Exemplo concreto vale mais que explicação, e esse item existe escrito nos materiais — terreno firme.

Todo requisito sai mesmo com critério de aceite?

Diga“Sai. E a prontidão não é alguém marcando uma caixinha: é derivada. Um requisito só aparece como pronto se tiver enunciado, origem rastreável, pelo menos um critério que o verifica e nenhuma pergunta em aberto tocando nele.”

Por quê. “Derivada, não marcada à mão” é a construção que desmonta a desconfiança de checklist decorativo.

Manuais e normas antigos servem de insumo?

Diga“Servem — foi exatamente o que fizemos aqui. E a base construída numa ordem de serviço é reaproveitada nas seguintes, em vez de recomeçar do zero.”

Por quê. Argumento de custo que o deck marca. Vem com asterisco: é proposta a validar no piloto, não resultado comprovado.

Isso substitui o nosso QA ou a esteira DevSecOps?

Diga“Não. Quem desenvolve continua responsável por entregar código testado. O Veroptima faz a verificação independente na homologação e uma pré-validação de segurança antes da esteira.”

Por quê. Reforça a segregação de funções, que é o coração do modelo de contratação. Não é mais uma camada de trabalho: é a camada que falta para o aceite.

O Veroptima já está rodando em algum cliente?

Diga“Ainda não. Está em desenvolvimento e hoje é uso interno, integrado ao nosso GitLab. Por isso a proposta é um piloto.”

Por quê. O próprio deck manda ser transparente. Se você sugerir maturidade que não existe e ele pedir referência de cliente, a reunião perde o chão.

Sobre a oferta e Ponto de Função

Vocês entregam essa ferramenta para a gente?

Diga“A entrega é a especificação das regras, com um PO nosso alocado, e o relatório de evidências no aceite. A ferramenta é o nosso método de trabalho. E mais do que a ferramenta, o que a gente traz é ajudar a estruturar a forma de contratar: o edital, a medição e o aceite.”

Por quê. Responda sem hesitar e sem pedir desculpa — e emende no diferencial de contratação, que vale mais que a licença.

Qual é a unidade de serviço? Como se paga?

Diga“Ponto de Função, pelo Roteiro de Métricas do SISP 2.0. A ordem de serviço é aberta com PF estimado e paga pelo realizado. Cada fase recebe o percentual previsto sobre o PF apurado.”

Por quê. A Transpetro já levantou essa pergunta. Fonte na ponta da língua: SISP 2.0, Tabela 7, item 6.1.2.1. Antes da reunião, confirme qual versão do slide de remuneração é a final — há mais de uma no deck.

Por que não escopo fechado?

Diga“Porque escopo fechado obriga a adivinhar antes de entender. Com PF, cada fase recebe seu percentual do apurado — auditável e recontável.”

Por quê. O valor fixo por escopo foi descartado na validação interna. A recusa é posição, não evasiva.

Ponto de Função não é burocracia a mais?

Diga“É a métrica que a Petrobras já reconhece nas contratações de TI. Não estamos propondo padrão novo — estamos amarrando o aceite ao padrão que já existe.”

Por quê. Aqui o tom muda de eficiência para conformidade, que vale mais com diretoria.

A YouX quer desenvolver também?

Diga“No modelo que trouxemos, não. Quem planeja não executa, quem executa não mede. A gente atua como terceira parte na elicitação e na verificação.”

Por quê. Protege a proposta inteira: se a YouX especifica, desenvolve e testa, a segregação cai — e com ela o argumento do fiscal.

Onde isso já funcionou em contrato público?

Diga“A YouX opera contratos por Ponto de Função no Serpro e na Dataprev, com contagem e aceite formais. Mas quero ser clara: a Vyva Spec e o Veroptima ainda não atuam nesses contratos. O que levamos para lá é a governança e a medição.”

Por quê. Essa distinção é obrigatória e está escrita no próprio deck. Misturar é o erro mais caro possível. E dá para oferecer conversa com o time do contrato do Serpro.

Quanto tempo isso economiza?

Diga“Nos projetos da YouX, o levantamento caiu de quinze para cinco dias. Não vou prometer o mesmo percentual aqui — a proposta é medir no piloto, com linha de base definida junto com vocês.”

Por quê. O percentual é da YouX, não do TABG, e vem sempre com a ressalva colada.

Sobre o caso do TABG — as delicadas

Quem na Transpetro validou esse entendimento?

Diga“Ninguém ainda. É uma leitura nossa do manual, feita justamente para vocês corrigirem. Não há aceite registrado, e o material foi montado assumindo isso.”

Por quê. Se você sugerir validação que não houve e ele checar, perde tudo. A honestidade aqui é o convite para a próxima conversa.

Esse termo “carregador” não é o que a gente usa.

Diga“É uma hipótese nossa. O manual não nomeia esse papel, e a gente registrou como ponto em aberto. Qual é o nome certo?”

Por quê. É a melhor coisa que pode acontecer: ele corrigindo. Isso prova que o método funciona, ao vivo.

Esse quadro de berços não bate com a nossa programação.

Diga“São dados de exemplo, para a tela poder ser percorrida. Os nove berços saíram do manual; os horários e a sobreposição são fictícios.”

Por quê. Antecipe antes de ele perguntar, se o quadro aparecer na tela. Vale o mesmo para o Navio Exemplo.

Esses critérios de aceite estão testados?

Diga“Não formalmente. A gente navegou o protótipo e exercitou o fluxo, mas os 22 critérios continuam marcados como não verificados no relatório. Navegação não substitui teste.”

Por quê. A resposta que mais impressiona alguém técnico: a ferramenta não pinta de verde o que não foi provado. E é o gancho perfeito para falar do Veroptima.

Por que vocês escolheram justamente esse pedaço do processo?

Diga“Porque a fonte é um manual real de vocês, a jornada cabe em quatro passos e os buracos ficam visíveis. Clima, calado, amarração e mapa ficaram de fora de propósito.”

Por quê. Mostra que o recorte foi decisão humana e consciente, não o que a ferramenta conseguiu digerir.

Isso conversa com os nossos sistemas? Com a logística da Petrobras?

Diga“Hoje não. No protótipo, a confirmação de estoque é um registro, não uma consulta a sistema. O manual cita a interação com a logística; a integração em si seria decisão de projeto.”

Por quê. Separa o que foi lido do manual do que seria construção. Não prometa integração.

Quanto tempo vocês levaram para fazer isso?

Diga“O vídeo é um timelapse bem acelerado, e começa depois de uma preparação prévia: leitura do manual, organização do contexto e decisão do que fazia sentido virar protótipo. Essa parte humana não aparece na gravação.”

Por quê. Se o vídeo der impressão de mágica em minutos, ele desconfia de tudo. Declarar a preparação prévia é o que torna o resultado crível.

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Se ele apertar além do limite

Três saídas, todas legítimas. Escolha pelo clima da conversa.

1. Devolva para o resultado

“O desenho interno a gente não abre. Mas o efeito você consegue checar agora: me aponte qualquer regra aqui e eu mostro de qual página do manual ela saiu, e qual critério a verifica.”

2. Ofereça a prova

O relatório de honestidade é seu melhor cartão: separa o que o protótipo faz de verdade, o que apenas simula e o que não foi testado. Poucos fornecedores mostram isso.

3. Puxe o especialista

“Essa camada eu levo para o nosso time de engenharia e volto com a resposta.” Dito com naturalidade, soa como organização — não como fraqueza.

Lembrete. Você domina o método, o caso e os limites — e agora também a camada técnica. O que ninguém espera de você é defender decisão de implementação linha a linha. Saber onde parar faz parte do papel.
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O que não dizer

Se escapar algum destes e ele conferir depois, você perde a credibilidade que o resto construiu.

Zona vermelha

  • Que a IA é determinística.O determinismo está no código em volta dela, não nela. Confundir os dois derruba a sua autoridade técnica na hora.
  • Que os percentuais do deck são do caso TABG.São medições em projetos internos da YouX. Aqui não houve medição.
  • Que a Transpetro vai ter os mesmos percentuais.O deck trata como proposta a validar no piloto.
  • Que o Veroptima já roda em cliente.Está em desenvolvimento, uso interno da YouX.
  • Que a Vyva Spec ou o Veroptima já atuam nos contratos do Serpro e da Dataprev.A experiência citada ali é de governança e medição por PF, só.
  • Que a Transpetro já validou a jornada do TABG.O material pede correção. Não há aceite registrado.
  • Que “carregador” é termo do manual.É hipótese de leitura nossa.
  • Que o quadro de berços é a programação real do terminal.Os horários e a sobreposição são exemplo.
  • Que os 22 critérios estão aprovados por teste.Estão como não verificados no relatório.
  • Que houve conversa com consultor ou dor operacional medida na Transpetro.Não está documentado em lugar nenhum.
  • Que a reconciliação de três vias já rodou neste caso.O TABG é primeira geração. Fale do recurso, não do exercício.

Como fechar

Volte para o aceite, não para a ferramenta

“Toda essa engenharia existe para uma coisa só: o que sai daqui serve como prova, não como opinião. É isso que muda a vida de quem assina o aceite.”

E deixe duas tarefas com ele: a lista de pontos em aberto do TABG está esperando confirmação da Transpetro, e a proposta é selecionar um sistema para o piloto, com indicadores definidos em conjunto.

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Checar no deck antes de entrar

Coisas que encontrei na apresentação e que podem pegar vocês ao vivo. Não é conteúdo — é risco de operação.

Confirmar com quem conduz a proposta

  • Há três versões do modelo de remuneração no mesmo arquivo.Uma distribui 100% do PF incluindo desenvolvimento a 65%. Outra fica em 40%, sem desenvolvimento, que é a coerente com o modelo de terceira parte. Uma terceira ainda traz valor fixo por escopo, que a própria nota diz ter sido descartado. Se o slide errado abrir, a proposta se contradiz sozinha.
  • O slide da proposta aparece repetido três vezes, com pequenas diferenças de texto.Saber que vai repetir evita você achar que perdeu o fio.
  • A capa está datada de setembro de 2026.Vale atualizar antes de apresentar.
  • Teste o vídeo do timelapse e o link do protótipo na máquina da reunião.O endereço é vyva-tabg-estadia.pages.dev. Teste antes, não na hora.